Dica de Filme: Como Estrelas na Terra, Toda Criança é Especial.

Oi, pessoal! Tudo certinho?

Realizei as primeiras provas da faculdade e tudo que posso dizer é: eu sobrevivi!

Sinceramente, quando ingressei no curso pensei que as provas seriam bem fáceis, mas me enganei e essa foi uma grata surpresa, porque eu não queria ter a sensação de que este curso é feito pra qualquer um passar, eu gosto de ser bem avaliada e saber que, se passei nas provas, foi por merecimento.

Bem, as notas ainda não saíram, mas assim que eu tiver o resultado contarei para vocês. ^_^

Em psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem recebemos como atividade substitutiva do Fórum 2, que inicia no dia 04 de abril, uma sugestão de filme para responder a um questionário. Eu sou muito ansiosa, e já me antecipei e assisti esse filme logo que recebi a indicação dele na disciplina, mas ainda não respondi o questionário, e deixei pra fazer isso aqui no blog, com vocês! Claro que para enviar o trabalho para a professora, vou incrementar, mas já fica aqui a minha dica de filme com a resenha em forma de questionário.

Como-estrealas-na-terra

Clique para assistir o Filme.

A ideia central do filme é a de que cada criança tem um talento e uma dificuldade que deverá ser superada com a ajuda de um professor atencioso e que esteja realmente disposto a ajudar. O filme mostra de forma sensível que a criança precisa do professor para ajudá-la a vencer suas limitações, e o professor precisa ficar atento para descobrir os múltiplos talentos dos alunos.

A primeira escola não foi capaz de identificar o problema de dislexia que Ishaan portava, então tentou aplicar-lhe métodos ortodoxos de aprendizagem que desestimularam o aluno e não proporcionaram-lhe o verdadeiro aprendizado.

Ishaan não prestava nenhuma atenção às  aulas porque ele não compreendia a maneira de ensinar que os professores apresentavam.  Sua família ficava decepcionada porque Ishaan não conseguia aprender e não conseguia identificar o real problema. A família culpava Ishaan, quando, na verdade, a escola era culpada por não ser capaz de identificar suas necessidades especiais de aprendizado.

Ao ser transferido para a segunda escola, Ishaan enfrentou algumas dificuldades. A maior dificildade para Ishaan, na minha opinião, e a que mais me chamou atenção foi a comunicação. Ele não conseguia comunicar para os professores as suas dificuldades, e os professores não estavam atentos, nem preocupados, com as dificuldades de Ishaan e transferiam para ele  a culpa pela dificuldade no aprendizado.

O método de aprendizagem utilizado na segunda escola baseava-se na exposição das matérias e aplicação de provas, e os alunos que não participavam das aulas e não alcançavam o resultado esperado eram punidos com castigos físicos. Tais métodos não contribuíam para a aprendizagem porque limitavam a criatividade dos alunos e não eram métodos flexíveis, ou seja, tais métodos não permitiam que alunos com necessidades especiais alcançassem o aprendizado pretendido pela escola.

Tudo transcorria de maneira caótica e desesperadora para Ishaan, quando a escola recebeu um professor de artes substituto. Esse novo professor identificou o problema de Ishaan e inseriu a forma lúdica de ensino, permitindo aos alunos exercerem sua criatividade. O professor novo também passou a cuidar pessoalmente do ensino de Ishaan,  atendendo às suas necessidades especiais. É lindo de se ver, eu aconselho assistir esse filme com lenços porque é muito emocionante.

Anúncios

Resenha: As brumas de Avalon 3 e 4

Download-O-Gamo-Rei-As-Brumas-De-Avalon-vol-3-Marion-Zimmer-Bradley-em-ePUB-mobi-e-PDF-370x531

Bradley, Marion Zimmer. As Brumas de Avalon. In Marion Zimmer BRadley, As brumas de Avalon, O Gamo rei. vol. 03. Rio de Janeiro: Imago, 2002.

Nesse volume temos o filho de Morgana com Arthur já crescidos, mas ainda na casa da tia de Morgana, Morgause. Morgana está em Camelot, pra onde o reino foi transferido e casa com o rei Urien, mas mantém um caso com seu filho Acolon. Lancelot casa com a prima de Gwenhwyfar e tem uma filha que é entregue a Morgana para ser criada em Avalon. Nesse livro temos um acontecimento que choca a todos e que também vai desencadear a destruição do reino.

Download-O-Prisioneiro-Da-Arvore-As-Brumas-De-Avalon-vol-4-Marion-Zimmer-Bradley-em-ePUB-mobi-e-PDF-370x526

Bradley, Marion Zimmer. As Brumas de Avalon. In Marion Zimmer BRadley, As brumas de Avalon, O prisioneiro da árvore. vol. 04. Rio de Janeiro: Imago, 2002.

Neste volume o enredo toma o seu desfecho de uma forma mais arrastada. Achei a leitura um pouco cansativa e, como já escrevi outras vezes, por mim poderia juntar o terceiro e o quarto volumes e fazer uma coisa só.
Morgana está obcecada por a retomar a Avalon e destronar Arthur, e temos a traição de Kevin, sucessor de Merlin, e seu fim trágico.
Gwenhwyfar e Lancelot tem, enfim, a possibilidade de fugir juntos, mas alguns eventos culminam na desistência por eles.

Avalon fica sem a senhora do Lago por culpa de Gwydion , e o final de Arthur todos conhecem, mas não vou contar aqui para dar oportunidade aos que não leram o livro, surpreenderem-se.

Minhas impressões

Sem sombras de dúvidas o livro 03 é, para mim, o melhor livro da saga.

Para mim os livros 03 e 04 poderiam ser em um só, pois o quarto volume da saga, na minha opinião, é arrastado para o desfecho.

“Nenhuma casa é bastante grande para ser governada por duas mulheres”.

As questões sobre cristianismo x paganismo permanecem fortes, e temos diversas passagens que nos revelam e nos deixam pensar sobre qual é o certo e qual é o errado.

Não obstante, houve uma época,
contara Taliesin, que cristãos e druidas rezavam juntos. – O importante é o que acontece na
alma do homem, e não se ele é cristão, pagão ou druida.

Acredito que o ponto alto do livro seja Morgana voltar a ser uma filha de Avalon, e o que se desenrola a partir disso é o que dará o desfecho grande à história.

Ainda sou uma sacerdotisa. Estranho como, de súbito, volto a ter consciência disso, depois de todos estes anos, quando até mesmo os sonhos de Avalon desapareceram.

No livro quatro temos mais magia, mais acontecimentos fantásticos e algumas mortes. Morgana está mais velha, mas mais forte e domina novamente a velha arte da magia.

Ficaram os dois ali, sozinhos sob a oliveira, ouvindo apenas o estrondo do trovão
que vinha do alto de um céu ao mesmo tempo escuro e límpido, onde as bordas do sol
incandesciam como metal em brasa, por detrás do disco escuro do eclipse lunar.

Talvez a passagem mais bonita seja a fuga de Lancelote e Gwenhwyfar, e também a maior frustração da história, porque temos aqui uma Gwenhwyfar mais madura, mais humana, então eu esperava mais da personagem, esperava uma verdadeira evolução, principalmente por causa dessa passagem:

Agarrando-se as costas de Lancelote, com o vestido puxado acima dos joelhos e as pernas nuas penduradas, Gwenhwyfar fechou os olhos enquanto cavalgavam com dificuldade pela noite. Não tinha a mínima ideia de para onde estavam indo. Lancelote lhe parecia um estranho, um guerreiro com a face endurecida, um homem que ela jamais conhecera. Houve um tempo, pensou em que eu teria ficado horrorizada de ficar ao relento, assim a noite… Mas sentia-se excitada, bem disposta.

Então é isso, pessoal. Essa saga é uma coisa linda, muito maravilhosa e vale muito a pena ser lida., principalmente para quem gosta da história dos cavaleiros da Távola redonda e sente falta de um aprofundamento nas personagens femininas.

Se você gostou da resenha, deixa aqui um comentário para que eu continue a fazer análises assim. Se não gostou, deixa também, para que eu tenha a oportunidade de melhorar.

Beijos e até a próxima.

Projeto: 15 livros para ajudar a entender a sociedade brasileira e sua política.

Oi, gente!

Clima tenso no Brasil hoje, não? Aliás, essa semana começou tensa, com a manifestação contra o Governo ocorrida no último domingo, dia 13.03.2016. Ontem tivemos vazamento de ligações telefônicas da Presidenta e hoje Lula foi nomeado Ministro, mas logo em seguida teve sua nomeação caçada. Pode ser que quando eu termine de postar ele já esteja novamente no cargo, ou a Presidenta deixe o cargo, vai saber!

Bom, eu acredito muito naquela máxima de que devemos olhar para o passado para entendermos o presente e prepararmos o futuro. E isso, hoje, nunca fez tanto sentido. Pensando nisso, resolvi fazer um apanhado de 15 obras para entender a sociedade e a política no Brasil.

Escolhi livros de não ficção, e alguns deles já estão no meu projeto de 142 livros clássicos, então este projeto será conjugado com o outro. Quem quiser pode me acompanhar também pelo instagram pelas TAG ‘s #projeto142classicos e #projetopoliticabr.

Vamos à lista!

Os Bruzundangas- Lima Barreto

bruzundangas

Os bruzundangas é uma obra de Lima Barreto publicada postumamente em 1923, sobre um país fictício no qual impera a desigualdade social, o mau uso do bem público e o nepotismo, sendo uma crítica à sociedade brasileira e à  culturais da época.

Agosto – Rubem Fonseca

814725

Uma mistura de realidade e ficção que relata os dias que antecederam o suicídio de Getúlio Vargas, em 24 de agosto de 1954. Trata de um romance num dos períodos mais difíceis e obscuros da história do Brasil, combinando, na narrativa policial, a intriga política e o realismo social.

Incidente em Antares – Érico Veríssimo

1753524

Abientado em 1963 conta a história de uma cidade que está sofrendo com a greve geral e tem seu fornecimento de energia cortado. Sete pessoas estão mortas e não podem ser sepultadas por causa da greve dos coveiros, e, então resolvem acertar as contas com os vivos e, assim passam a perseguir e bisbilhotar a vida de seus familiares.

 Sagarana – Guimarães Rosa

sagarana-joo-guimares-rosa-566-MLB4690818339_072013-F

 Sagarana  é uma criação do autor de 1946, que juntou à palavra saga (‘narrativa histórica ou lendária’) o sufixo tupi –rana, que expressa a ideia de semelhança. São nove narrativas  ambientadas no interior de minas gerais. Até hoje esse livro causa debates porque o autor utiliza uma escrita cheia de metáforas e outras figuras de linguagem que confundem o real e o imaginário.

O triste fim de Policarpo Quaresma – Lima Barreto

816742_Detalhes

É um romance do período do Pré-Modernismo brasileiro. Por meio da vida tragicômica do major Quaresma, um nacionalista fanático, ingênuo e idealista, Lima Barreto revela as estruturas sociais e políticas do Brasil da Primeira República, enfocando os fatos históricos do governo de Floriano Peixoto.

Viva o povo brasileiro – João Ubaldo Ribeiro

viva-o-povo-brasileiro

A história se desenvolve em grande parte no século XIX, mas também viaja a 1647 e avança até 1977, na qual realidade e ficção se misturam tendo como pano de fundo momentos decisivos para a história do país, como a Revolta de Canudos e a Guerra do Paraguai.

O quinze – Raquel de Queiroz

O-Quinze

História sobre a grande seca de 1915. Ceição convence Mãe Nácia a partir. Vicente quer ficar, salvar o gado. Dona Maroca manda soltar o gado. Chico Bento vende as reses e parte com a família. Chegará à Amazônia? Não consegue as passagens e vai indo a pé. Um retirante em meio à seca. A fome e o cangaço. Este é um drama da terra.

Esaú e Jacó – Machado de Assis

esau-e-jaco---col--saraiva-de-bolso

Nesse romance análogo da história bíblica, os gêmeos Pedro e Paulo, pertencentes à alta burguesia carioca, desde a infância se mostram opostos e rivais em tudo. Ambos apaixonam-se pela mesma mulher, o que causa ainda mais atrito entre eles. Machado de Assis traça, também, uma visão crítica do cenário político do Brasil às vésperas da Proclamação da República.

Boca do inferno – Ana Miranda

boca-do-inferno

Ambientado em Salvador, final do século XVII desenrola-se a trama desse livro, uma recriação da luta pelo poder que opôs o governador Antonio de Souza Menezes, o temível Braço de Prata, à facção liderada por Bernardo Vieira Ravasco, da qual faziam parte o padre Antonio Vieira e o poeta Gregório de Matos.
A autora mistura ficção e história, mostrando  a vida de homens e mulheres entre o prazer e o pecado, o céu e o inferno.

Vidas secas – Graciliano Ramos

Capavidassecas_1ed

A obra é inspirada em muitas histórias que Graciliano acompanhou na infância sobre a vida de retirantes. Na história, o pai de família Fabiano acompanhado pela cachorra Baleia,  são considerados os personagens mais famosos da literatura brasileira.

Memórias de um sargento de milícias – Manuel Antômio de Almeida

Memorias-de-um-sargento-de-milicias-e1335363948615

Ambintada no Rio de Janeiro, reinado de D. João VI, as memórias seguem pela infância de Leonardo, sua adolescência, sua entrada na vida militar e casamento, sendo descrito como  o primeiro malandro carioca, um anti-herói que está mais preocupado com a sobrevivência do que  ser correto ou vilão.

São Bernardo – Graciliano Ramos

Sao-bernardo-graciliano-ramos-1-edico

Este livro conta a história de Paulo Honório, um homem simples, que movido por uma ambição sem limites, acaba transformando-se em um grande fazendeiro do sertão de Alagoas e casa-se com Madalena para conseguir um herdeiro. Incapaz de entender a forma humanitária pela qual a mulher vê o mundo, ele tenta anulá-la com seu autoritarismo. Com este personagem, Graciliano Ramos traça o perfil da vida e do caráter de um homem rude e egoísta, do jogo de poder e do vazio da solidão, onde não há espaço nem para a amizade, nem para o amor. (Sinopse retirada do site da Saraiva).

O Tempo e o Vento – Érico Veríssimo

7045193_1GG

Os sete volumes da trilogia ‘O Tempo e o Vento’ agora reunidos numa caixa. São 150 anos de história do Brasil protagonizados por personagens inesquecíveis, como a forte Ana Terra e o valente capitão Rodrigo Cambará. As disputas familiares, as brigas pelo poder e as guerras civis são narradas O leitor terá a surpresa e o prazer de compartilhar a emoção contida de breves composições limadas com todo o esmero — “O instante”, “Espinosa”, “Everness”, “Sarmiento” — e também a de grandes e complexos poemas como “Limites”, “O Golem”, “Poema conjectural”, e sentirá a habilidade de Borges em nos mergulhar no vasto e infindável rio de tempo, memória e esquecimento de que é feita nossa curta existência e a mais perdurável matéria da poesia. Aí está Buenos Aires. O tempo, que a outros homens traz ouro ou traz amor, em mim apenas funda esta rosa amortecida, esta vã barafunda de ruas que repetem os pretéritos nomes de meu sangue: Laprida, Cabrera, Soler, Suarez…[de “A noite cíclica”] por Erico Verissimo nesta que é uma das mais célebres sagas da literatura brasileira.Todos os volumes trazem ilustrações de Paulo von Poser e uma cronologia que relaciona fatos históricos a acontecimentos ficcionais da trilogia e a dados biográficos de Erico Verissimo. (Sinopse retirada do site da Saraiva).

O cortiço

o-cortico

Publicado em 1890, é um romance que mostra que quando as pessoas estão em ambientes degradantes se comportam como animais. Trata de temas como pobreza, adultério, corrupção, formação desordenada de moradias em lugares inapropriados, e mostra como as pessoas desses conglomerados viviam, explorados por alguém que enriquece a custa de suas necessidades. Além disso, trata de tabus da sociedade, como homossexualidade, alcoolismo e prostituição.

Capitães de areiacapitaes-da-areia_jorge-amado_capa-do-livro

Capitães da Areia, a história crua e comovente de meninos pobres que moram num trapiche em Salvador,  falando sobre sua  infância abandonada.

E aí, gostou? Tem algo a acrescentar? Se tiver, vou adorar acrescentar à minha lista, então comenta aí! 😉

 

Resenha: As brumas de Avalon, vol. 02 – A grande rainha.

As brumas de Avalon, volume 02, escrito por Marion Zimmer Bradley.
 
 

Bradley, Marion Zimmer. As Brumas de Avalon. In Marion Zimmer BRadley, As brumas de Avalon, a grande rainha. vol. 02. Rio de Janeiro: Imago, 2002.

Neste livro o leitor desvenda o destino de Morgana, após sua fuga de Avalon, que vai se refugiar na casa de sua tia Morgause. Lá ela dá a luz seu filho e o deixa aos cuidados de Morgause, que descobre o segredo de Morgana vê na criação de seu sobrinho um trunfo sobre o Reino. Temos aqui, também, o drama de Guinevere, entre seu amor por Lancelote e suas obrigações conjuguais com Arthur, e seus intentos de fazer com que seu marido quebre o juramento à Senhora de Avalon (Viviane)  O conflito entre o cristianismo e o paganismo está bem marcante neste livro, com uma evolução da história de Guinevere contra Morgana, e a divisão do Reino no que seria,depois, a Grã-Bretanha.


Minhas impressões
Na minha opinião, este é o melhor livro da saga.  Temos o nascimento do filho de Morgana, o casamento de Arthur com Guinevere, a reclusão de Igraine no convento, a paixão crescente entre Lancelot e Guinevere, e as inúmeras reflexões desta sobre a liberdade e força de Morgana,  ao mesmo tempo em que sua inveja e preconceito contra a antiga religião ficam marcantes. É uma escrita rica em detalhes sobre as questões mais íntimas das personagens.

Vemos, aqui, uma Morgana em evolução, enquanto Guinevere se mostra cada vez mais mesquinha e irritante. A personagem Morgana cresce com o passar das páginas,  demonstrando uma ousadia e força, ao mesmo tempo delicada e sensível. Arthur aparece em conflito entre satisfazer os desejos de sua esposa, seu amor por sua irmã e sua lealdade a Avalon. Este conflito parece estar presente em todas as personagens, inclusive Lancelote, que sofre por amor a Guinevere e Arthur, e seu desprezo por Morgana, que continua apaixonada pelo primo. É uma verdadeira ciranda, que nunca se resolve. A cada tentativa das personagens de se encontrarem em seus sentimentos, o afastamento é inevitável, o que me causou uma ansiedade em desvendar a história por completo.

Há inúmeras discussões entre cristianismo e paganismo, como vemos numa passagem em que Morgana toca harpa e canta no casamento de Arthur, sendo reprimida pelo Bispo e questionada por Guinevere, quando responde:
 
De súbito, Morgana manifestou-se:
 
 – Se Maria Madalena tocava harpa e dançava, ainda assim foi salva, e em lugar nenhum está escrito que Jesus lhe tenha dito para calar-se com humildade! Se ela derramou bálsamo precioso na cabeça do Senhor, e este não permitiu que os discípulos a censurassem, bem poderia ter recebido com agrado seus outros dons. Os Deuses dão aos homens o que têm de melhor, e não o pior. 
 
Patrício retrucou, secamente: 
 
– Se é essa a forma de religião conhecida aqui na Bretanha, estamos realmente necessitados de concílios como o que foi convocado pela nossa Igreja!

Em várias passagens teremos diálogos como este acima, deixando a conclusão para o leitor, pois a autora em nenhum momento se posiciona a favor de uma ou outra forma de pensar, apenas descrevendo os pensamentos, o caráter e as atitudes das personagens, e suas ligações com a religião e a crença.

Teremos um acontecimento decisivo para o futuro de Viviane e de Avalon, pois por causa desse acontecimento, outros se desenrolarão. Isso acontece por todas as linhas da história, vários fatos que nos parecem pequenos e sem grande importância terão consequências futuras gigantescas.

A homossexualidade aqui também é retratada entre Lancelote e Arthur, mas a forma deliciada e respeitosa como a autora tratou o assunto é o ponto alto da história, pois deixa o leitor confuso sobre o que de fato aconteceu entre eles, o que somente se revelerá adiante, em outro volume do livro.

É uma história para ler com atenção e despido de qualquer preconceito porque muitas falas e pensamentos das personagens dialogam com a nossa própria visão de mundo, o que pode nos trazer conclusões surpreendentes.
Gostou da resenha? Deixa seu comentário aqui embaixo para que eu possa fazer outras assim. Se não gostou, deixe também, para que eu possa melhorar. 😉
 
 

Quando a mudança se fez necessária: por que eu quero mudar de profissão.

Oi, pessoal! Tudo bem?
Eu acredito que todos que me acompanham saibam que eu sou advogada com uma bagagem de quase 16 anos de profissão. Já fiz duas pós-graduações na área, sendo uma na UFF em Direito Privado, e a segunda na EMERJ, o curso oficial de formação em Magistratura do meu Estado. Já pensei em fazer concurso na época em que estava na EMERJ, mas depois de me formar naquela Escola desisti, por n motivos que não cabe enumerar aqui. Já trabalhei para grandes escritórios, já fui coordenadora de equipe de advogados, já trabalhei como audiencista, como advogada interna numa grande corporação e hoje tenho um escritório próprio, e estou cursando faculdade de Letras.  O que ninguém sabe é sobre os motivos que estão me fazendo escolher uma segunda graduação.
Para começo de conversa eu não estou abandonando o Direito, pelo menos não por enquanto. Tenho vontade de abandonar? Ultimamente tenho, sim. Mas não é esse o motivo que está me levando a cursar Letras.
Eu sempre quis fazer uma segunda graduação. SEMPRE. Já pensei em fazer uma pós-graduação em  Filosofia, Sociologia, Antropologia, História da Arte. mas daí eu estaria apenas acumulando pós-graduações, e não é esse o meu objetivo. Pensei em fazer um Mestrado, mas isso não implicaria em grandes mudanças de ares. Pensei em fazer outros cursos de Fotografia (minha segunda profissão), mas a grande verdade é que eu ando muito enjoada. Utimamente estou vendo a fotografia como uma ferramenta, como um meio e não como um fim.
O que eu quero mesmo é o novo, é agitar a mente, é descontruir conceitos, é aprender a pensar diferente, é sair fora da caixinha, da zona de conforto. E cursar Letras está agregando muito à minha profissão de advogada e, ao mesmo tempo, está abrindo um novo horizonte para mim. Quantos advogados escrevem bem? Quantos advogados escrevem o Português correto? Aliás, quantos profissionais, de outras áreas, escrevem corretamente? Nem eu mesma estou confortável com a minha maneira de escrever. Cometo muitos erros vergonhosos e tenho plena convicção disso. Mas não aceito, não me conformo e quero mudar. Por causa disso escolhi uma graduação que some à minha principal atividade e que me permita, mais a frente, se eu quiser, mudar de lugar.
A grande verdade é que eu sou assim: eu me atiro. Eu não me encolho e não me conformo. Se algo está me incomodando, eu mudo, saio do lugar. Eu não tenho medo de viver várias vidas em uma, e muitas vezes sou apontada por isso, criticada, feita de chacota por pessoas covardes que não tem um pingo de comiseração. Já chegou a meus ouvidos que eu fui feita de exemplo em sala de aula, exemplo de pessoa que não sabe o que quer, que cada hora faz uma coisa diferente. Exemplo de quem não sabe o que quer por querer uma mudança, querer experimentar o novo, POR NÃO ME CONFORMAR COM O BANAL. 
Dane-se.
Sinceramente? Já me preocupei muito com o que os outros falam a meu respeito. Já sofri, já chorei, já pensei em desistir de tudo por causa de uma simples crítica, mas percebi que, para as pessoas que falam, tanto faz. Essas pessoas não estão preocupadas comigo, com o que eu quero, com minhas dores, com meus anseios. Essas pessoas só querem falar, ser engraçadas, ter asunto. Professores que usam a vida de outras pessoas como exemplo de chacota em sala de aula não são verdadeiros educadores, são fanfarrões. Querem plateia, aplausos, e fazem do tablado, um palco de um pobre frustrado que vê nas palmas um pouco de satisfação. Quem me aponta como uma pessoa que não sabe o que quer não está pensando em nada, apenas em apontar, e, eventualmente, em ter assunto, 
Eu sei o que quero e porquê quero. Eu não sou uma pessoa conformada e odeio me sentir estagnada. Há muito tempo que a profissão de advogada não me traz satisfação pessoal. Traz dinheiro? Sim. Traz reconhecimento? às vezes. Mas não é nada disso que está em jogo para mim. É algo muito além. é a necessidade de mudar de vida, de virar tudo do avesso, de aprender e de me realizar. E eu estava adoecendo. Estava triste, sem perspectiva, sem grandes planos. Cansada de ver injustiças serem cometidas por sentenças dadas sem uma análise técnica perfeita. Cansada de lutar por justiça. 
Acho que a minha decisão de passar pro outro pólo tem a ver com cansar de tratar a doença e querer impedir a causa. Como professora eu terei a a chance de formar pessoas que se formarão em profissionais. Terei a chance de ajudar pessoas a começarem as suas vidas. Cansei de ajudar pessoas a resolverem problemas muitas vezes causados por elas mesmas, por causa de uma péssima educação escolar. Formar-me em professora está abrindo possibilidade para que eu aprenda a pensar, e aprenda a ensinar a pensar. Isso é o que me move e é a causa maior do meu anseio por mudança. 
Sonhadora? Idealista, eu sei.

Minha Faculdade de Letras a distância – EAD Universo Niterói.

Olá, pessoal! Tudo certinho com vocês? Aqui está um calor de matar e muita correria, tentando conciliar trabalho como advogada, fotografia, leituras pessoais e meus estudos em Letras.
Hoje o post é sobre a minha tão amada faculdade de Letras, que está me deixando cada dia mais apaixonada e mais feliz.
Estou cursando Letras com Licenciatura em Língua Portuguesa e Literatura na Universidade Salgado de Oliveira na modalidade de ensino a distância, que significa que eu, ao final de três anos, estarei habilitada  a exercer o magistério, ou seja, poderei dar aulas para crianças do ensino fundamental e médio.

São seis períodos divididos da seguinte forma:

 

Clique na imagem para aumentar.

Como vocês podem ver, neste primeiro semestre só tenho matérias voltadas ao ensino, à formação de professor, o que tem sido bastante enriquecedor, mas, também, muito cansativo. Acho que são as matérias mais negligenciadas pelos alunos porque não são específicas do curso, por isso gosto que elas sejam abordadas logo no início, quando estamos a todo vapor, cheios de energia e empolgados com o curso. Estou curtindo esse outro olhar, esse mergulho em matérias específicas de outras áreas do conhecimento. A única matéria que eu realmente não gosto é Direito aplicado à educação pois já ando meio sem muito amor pelas leis. Mas confesso que até mesmo essa matéria me surpreendeu positivamente porque a abordagem é totalmente voltada para o ensino, e estamos estudando a lei de diretrizes e bases da educação nacional, portanto, tem sido muito enriquecedor. Para esta disciplina pretendo adquirir a LDBEN (lei de diretrizes e bases da educação nacional) comentada, mas está muito difícil de encontrar.
Por Fundamentos das Ciências Humanas e Sociais leia-se Filosofia e Sociologia, meu grande trauma da graduação em Direito. Até que estou melhorando os estudos nessa área, já compreendo muitas coisas que não compreendi há 15 anos atrás. Mas é uma matéria difícil, que requer grande concentração. Como leitura de apoio estou lendo o livro O Mundo de Sofia, em ebook, e provavelmente farei uma resenha desse livro aqui no blog pois quero unir o útil ao agradável: trazer material de qualidade para o blog e fixar o conteúdo. Mas não é uma leitura tranquila, ao contrário, é complexa e bastante cansativa, pois a narrativa se arrasta em muitas páginas. Estou focada.
Psicologia do desenvolvimento e da aprendizagem é uma matéria pesada. Estudamos as teorias de Piaget, Wallon e Vygotsky. Matéria enorme, mas, para minha surpresa, prazerosa. Aborda os diversos aspectos da aprendizagem e como se dá o desenvolvimento do ser humano, desde a infância até a vida adulta. Estou usando o livro Desenvolvimento e Aprendizagem em Piaget e Vigotsky, também em ebook.
Metodologia da pesquisa é uma matéria com seus altos e baixos, hora trata de disciplina e organização do estudo (a parte que eu amo), hora trata das técnicas de pesquisa (que eu considero cansativo). Mas no geral é uma matéria muito útil, que eu sei que os conhecimentos adquiridos nessa disciplina serão úteis para o resto da vida. Estou lendo diversos textos que a professora disponibilizou no ambiente virtual de aprendizagem, que é a nossa sala de aula.
Seminário integrador é um trabalho que eu ainda não fiz. Montar um plano de atividade para usar em aula com alunos fictícios e formatado conforme regras da ABNT.  Estou aguardando acumular mais conhecimento em outras matérias para concluir,
Lingua Portuguesa está abordando vários aspectos da língua, fala e linguagem. É claro que essa é a matéria queridinha por ser a única específicamente voltada para o curso de Letras. Quero comprar o  livro Linguagem, língua e fala, do Ernani Terra, já encomendei.
E finalmente temos Didática, com uma matéria mais dinâmica, onde temos muitas indicações de livros e filmes fantásticos, com muitos exemplos reais e cotidianos. É uma matéria para sonhar com a profissão de professora, eu estou amando. Como livro de apoio li Conversas com um jovem professor, do Leandro Karnal. Li em ebook e comprei pelo Google Play. por R$ 14,90. O livro é maravilhoso, fantástico! Nele o autor relata diversas experiências em sala de aula e a leitura flui como uma conversa mesmo. Para todos os que sonham com a docência, é um livro obrigatório.
O que estou achando surpreendente nessa faculdade é o link que todas as matérias fazem entre si. Cada disciplina trata de uma ou duas questões tratadas na disciplina anterior, e assim sucessivamente. Isso ajuda a compreender a Educação como um sistema, um organismo vivo. Gostei muito da disposição das disciplinas, por serem essas listadas acima logo no primeiro semestre, e também desse tipo de abordagem mais global.
Como é a dinâmica das aulas:
Acessamos o ambiente virtual do aluno com o nosso número de matrícula e uma senha gerada no momento da matrícula, que ocorre de forma presencial. Essa senha pode ser alterada depois pelo aluno. No ambiente virtual o aluno encontra todas as videoaulas de todas as matérias, todos os livros de cada matéria (o conteúdo escrito das aulas), material complementar disponibilizado pelos professores (textos, filmes, links e etc), o calendário com as datas importantes  de provas, participação nos Foruns e entregas de trabalhos, um mural de todas as áreas, uma área dedicada a mensagens que o aluno poderá trocar de forma privada com professores e funcionários da faculdade (secretaria) e o espaço para discussões, os chamados Fóruns.
A nossa média deverá ser alcançada através de participação nos Fóruns, respondendo aos temas propostos pelos professores, valendo 3,0 pontos, mais as provas, valendo 7,0 cada. São duas provas obrigatórias, denominadas A1 e A2, e dois Foruns: Fórum I e Fórum II. Existe, também, uma última prova, opcional para quem alcançar a média, e obrigatória para quem não alcançar, a chamada A3. A média mínima para ser considerado aprovado é 6,0, mas o aluno que tirar 4,0 ou menos em alguma prova é automaticamente reprovado. Portanto, parece fácil, mas não é.
As provas são realizadas no campus da faculdade onde o aluno se inscreveu, no meu caso, em Niterói, devendo ser previamente agendada no ambiente virtual, e o aluno dispõe de 2 horas para realizá-la.
Minha primeira etapada de provas começará no dia 14 de março e terminará no dia 04 de abril, portanto meu agendamento deve ser feito nesse período.
Como o período de provas já está próximo, vocês podem imaginar a minha ansiedade e correria. Estou tentando conciliar as leituras teóricas com os projetos de leitura que eu invento para conseguir dar conta de tudo. Não é fácil, mas eu gosto de viver perigosamente.
Então é isso, espero que vocês tenham gostado e que esse post ajude a algumas pessoas que tem curiosidade e interesse por o curso de Letras a distância.
Posteriormente pretendo fazer um post sobre minha organização de estudo, e na medida que eu me familiarizar melhor com o sistema virtual de ensino vou escrevendo dicas por aqui. Até mais!

Projeto 142 livros clássicos para ler até o final da faculdade

Desde o final do ano passado, quando retomei meus hábitos literários, procurava uma lista com a pretensão de ser completa contendo clássicos da literatura mundial. Vi as listas da Folha de São Paulo, da revista Bula, da revista Bravo, e não me satisfizeram. Sentia uma certa insegurança sobre a abordagem, se as listas seriam “pagas” para figurarem nesses veículos e sempre sentia falta de de alguma coisa. uma justificativa para a escolha daqueles títulos.

Eu, perdidona nas estantes internet afora

Eis que nas minhas andanças pela internet descobri o blog do professor  André Gazola, que elaborou uma lista com 142 livros clássicos da literatura mundial, títulos que são exigidos em vestibulares e concursos por todo o país.

Como vocês sabem, estou cursando Letras na modalidade EAD, e realmente preciso organizar minhas leituras e conciliar com as leituras da faculdade. Alguns dos autores dessa lista constam na minha grade curricular, então acredito que, se conseguir seguir essa indicação preciosa de leitura, estarei reforçando e complementando meus estudos.

Estabeleci, para essas leituras, o tempo da minha faculdade, ou seja, esses livros serão lidos num período de 03 anos, e serão conciliados com outros títulos de minha livre escolha mais os títulos indicados pelos professores que não constarem dessa lista. Legal, né? Se eu conseguir acredito que será uma experiência fantástica.

Ah! Tentarei comprar esses títulos na forma física, pois, pra quem não sabe, eu tenho o hábito de ler ebook e ainda não comprei um e-reader, leio no meu celular, o que tem me causado bastante desconforto nos olhos. Além disso, quero fazer uma leitura mais organizada, com fichamentos e anotações porque não será uma leitura apenas para o lazer, mas para os meus estudos.

Os títulos que estão em negrito são os livros que eu li recentemente, então só vou ler novamente se forem pedidos na faculdade.

Preciso confessar que ler O Senhor dos Anéis e O Hobbit será, para mim, o maior dos desafios porque não gostei dos filmes. Eu sei que para muitos essa afirmação soará como heresia, sinto muito mas só mesmo uma lista indicada por um professor me fará mergulhar nesses títulos.  

Provavelmente não terei mesmo depois dessa declaração, mas, é a vida!

 

Mas Chris, o filme é diferente do livro!

Dãh! eu sei, meu bem, meu problema é com a história em si, que não me enche os olhos e, o que é pior, me fez dormir! hahahahah pois é, sou dessas.

Bom, vai ter muita resenha no blog a partir de agora e, para começar essa grande viagem literária iniciarei com Desonra, que será abordado num próximo post aqui no blog.

Quem quiser aderir ou seguir o projeto, postarei fotos das aquisições, leituras e conclusões no Instagram com a hashtag #projeto142classicos, e sempre farei resenha das leituras aqui no blog.

Vejamos a listinha amiga!

  1. Ilíada (séc. VIII a. C.), de Homero
  2. Odisseia (séc. VIII a. C.), de Homero
  3. As mil e uma noites (850 a.C.), de autor desconhecido
  4. O asno de ouro (1469), de Apuleio
  5. Gargântua e Pantagruel (1532-64), de François Rabelais
  6. Os Lusíadas (1572), de Luiz Vaz de Camões
  7. Dom Quixote (1605-15), de Miguel de Cervantes Saavedra
  8. Robinson Crusoé (1719), de Daniel Defoe
  9. As viagens de Gulliver (1726), de Jonathan Swift
  10. Tom Jones (1749), de Henry Fielding
  11. Cândido (1759), de Voltaire
  12. Emílio ou da educação (1762), de Jean Jacques Rousseau
  13. O Castelo de Otranto (1765), de Horace Walpole
  14. Os Sofrimentos do jovem Werther (1774), de Johann Wolfgang von Goethe
  15. Os 120 dias de Sodoma (1785), de Marquês de Sade
  16. Razão e Sensibilidade (1811), de Jane Austen
  17. Orgulho e Preconceito (1813), de Jane Austen
  18. Mansfield Park (1814), de Jane Austen
  19. Emma (1816), de Jane Auten
  20. Frankenstein (1818), de Mary Wollstonecraft Shelley
  21. Ivanhoé (1820), de sir Walter Scott
  22. O último dos moicanos (1826), de James Fenimore Cooper
  23. O vermelho e o negro (1831), de Stendhal
  24. O corcunda de Notre-Dame (1831), de Victor Hugo
  25. Oliver Twist (1833), de Charles Dickens
  26. Pai Goriot (1834-35), de Honoré de Balzac
  27. A queda da casa de Usher (1839), de Edgar Allan Poe (apesar de ser um conto, decidi incluí-lo)
  28. Almas mortas (1842), de Nicolai Gógol
  29. Ilusões perdidas (1843), de Honoré de Balzac
  30. Os três mosqueteiros (1844), de Alexandre Dumas
  31. A moreninha (1844), de Joaquim Manuel de Macedo
  32. O conde de Monte Cristo (1845-46), de Alexandre Dumas
  33. Jane Eyre (1847), de Charlotte Brontë
  34. O morro dos ventos uivantes (1847), de Emily Brontë
  35. David Copperfield (1850), de Charles Dickens
  36. Moby Dick (1851), de Herman Melville
  37. A cabana do Pai Tomás (1852), de Harriet Beecher Stowe
  38. Walden ou A vida nos bosques (1854), de Henry David Thoreau
  39. Memórias de um sargento de milícias (1854 e 1855), de Manuel Antônio de Almeida
  40. Madame Bovary (1857), de Gustave Flaubert
  41. Grandes Esperanças (1861), de Charles Dickens
  42. Os miseráveis (1862), de Victor Hugo
  43. Memórias do Subsolo (1864), de Fiódor Dostoiévski
  44. Iracema (1865), de José de Alencar
  45. Alice no País das Maravilhas (1865), de Lewis Carroll
  46. Viagem ao centro da Terra (1866), de Júlio Verne
  47. Crime e Castigo (1866), de Fiódor Dostoiévski
  48. O Idiota (1868-9), de Fiódor Dostoiévski
  49. Guerra e Paz (1869), de Leon Tolstói
  50. Alice através do espelho (1871), de Lewis Carroll
  51. A volta ao mundo em 80 dias (1873), de Júlio Verne
  52. Senhora (1875), de José de Alencar
  53. O crime do Padre Amaro (1876), de José Maria Eça de Queirós
  54. Anna Karenina (1877), de Leon Tolstói
  55. Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), de Joaquim Maria Machado de Assis
  56. A Ilha do Tesouro (1883), de Robert Louis Stevenson
  57. A morte de Ivan Ilitch (1884), de Leon Tolstói
  58. As aventuras de Huckleberry Finn (1885), de Mark Twain
  59. Germinal (1885), de Émile Zola
  60. O Ateneu (1888), de Raul Pompéia
  61. Os Maias (1888), de José Maria Eça de Queirós
  62. O Cortiço (1890), de Aluísio de Azevedo
  63. O retrato de Dorian Gray (1891), de Oscar Wilde
  64. Quincas Borba (1891), de Joaquim Maria Machado de Assis
  65. As aventuras de Sherlock Holmes (1892), de sir Arthur Conan Doyle
  66. A máquina do tempo (1895), de H. G. Wells
  67. Drácula (1897), de Bram Stoker
  68. A guerra dos mundos (1898), de H. G. Wells
  69. Dom Casmurro (1899), de Joaquim Maria Machado de Assis
  70. A cidade e as serras (1901), de José Maria Eça de Queirós
  71. Os Sertões (1902), de Euclides da Cunha
  72. Tarzan (1914), de Edgar Rice Burroughs
  73. Triste fim e Policarpo Quaresma (1911, folhetim), de Lima Barreto
  74. Retrato do artista quando jovem (1916), de James Joyce
  75. Ulisses (1918-21, folhetim), de James Joyce
  76. A montanha mágica (1924), de Thomas Mann
  77. O processo (1925), de Franz Kafka
  78. O grande Gatsby (1925), de F. Scott Fitzgerald
  79. O Castelo (1926), de Franz Kafka
  80. Em busca do tempo perdido (1913-27, em sete volumes), de Marcel Proust
  81. O lobo da estepe (1927), de Hermann Hesse
  82. O amante de Lady Chatterley (1928), de D. H. Lawrence
  83. Orlando (1928), de Virginia Woolf
  84. Macunaíma (1928), de Mário de Andrade
  85. O quinze (1930), de Rachel de Queiroz
  86. Reinações de Narizinho (1931), de Monteiro Lobato
  87. Admirável mundo novo (1932), de Aldous Huxley
  88. Menino de Engenho (1932), de José Lins do Rego
  89. … E o vento levou (1936), de Margaret Mitchell
  90. Angústia (1936), de Graciliano Ramos
  91. Capitães de Areia (1937), de Jorge Amado
  92. O Hobbit (1937), de J. R. R. Tolkien
  93. Vidas Secas (1938), de Graciliano Ramos
  94. Finnegans Wake (1939), de James Joyce
  95. Por quem os sinos dobram (1940), de Ernest Hemingway
  96. Xadrez (1942), de Stefan Zweig
  97. O Estrangeiro (1942), de Albert Camus
  98. Fogo morto (1943), de José Lins do Rego
  99. O pequeno príncipe (1943), de Antoine de Saint-Exupéry
  100. Ficções (1944), de Jorge Luis Borges
  101. A revolução dos Bichos (1945), de George Orwell
  102. Sagarana (1946), de João Guimarães Rosa
  103. Doutor Fausto (1947), de Thomas Mann
  104. 1984 (1949), de George Orwell
  105. O tempo e o vento (1949-62, em 5 volumes), de Érico Veríssimo
  106. O apanhador no campo de centeio (1951), de J. D. Salinger
  107. O velho e o mar (1952), de Ernest Hemingway
  108. Grande Sertão: veredas (1955), de João Guimarães Rosa
  109. Lolita (1955), de Vladimir Nabokov
  110. O Senhor dos Anéis (1954-55), de J. R. R. Tolkien
  111. On the Road (1957), de Jack Kerouac
  112. Gabriela, cravo e canela (1958), de Jorge Amado
  113. Bonequinha de luxo (1958), de Truman Capote
  114. Almoço Nu (1959), de William Burroughs
  115. Laranja Mecânica (1962), de Anthony Burgess
  116. A redoma de vidro (1963), de Sylvia Plath
  117. A paixão segundo G. H. (1964), de Clarice Lispector
  118. A sangue-frio (1966), de Truman Capote
  119. Cem anos de solidão (1967), de Gabriel García Márquez
  120. 2001: uma odisseia no espaço (1968), de Arthur C. Clarke
  121. O poderoso chefão (1969), de Mario Puzo
  122. As cidades invisíveis (1972), de Italo Calvino
  123. Terras de sombras (1974), de J. M. Coetzee
  124. Lavoura arcaica (1975), de Raduan Nassar
  125. Entrevista com o vampiro (1976), de Anne Rice
  126. A hora da estrela (1977), de Clarice Lispector
  127. O iluminado (1977), de Stephen King
  128. O guia do mochileiro das galáxias (1979), de Douglas Adams
  129. O nome da rosa (1980), de Umberto Eco
  130. O centauro no jardim (1980), de Moacyr Scliar
  131. A casa dos espíritos (1982), de Isabel Allende
  132. A lista de Schindler (1982), de Thomas Keneally
  133. O livro do desassossego (1982), de Fernando Pessoa
  134. O ano da morte de Ricardo Reis (1984), de José Saramago
  135. A insustentável leveza do ser (1984), de Milan Kundera
  136. Os versos satânicos (1988), de Salman Rushdie
  137. O pêndulo de Foucault (1988), de Umberto Eco
  138. História do cerbo de Lisboa (1989), de José Saramago
  139. Desonra (1999), de J. M. Coetzee
  140. Neve (2002), de Orhan Pamuk
  141. O filho eterno (2007), de Cristovão Tezza
  142. Indignação (2008), de Philip Roth

 

A lista e sua justificativa vocês encontram no link: http://www.lendo.org/lista-classicos-literatura/

Dica de álbum de rock progressivo/psicodélico: Edgar Broughton Band, 1971.

Bom dia, gente!

Não sei se já escrevi aqui no blog que eu sou completamente apaixonada pela cultura hippie dos anos 60/70, naquele estilo “não faça guerra, faça amor”, saca?

mas, principalmente, pelas músicas do final dos anos 60/início dos anos 70.

Amo essa galera mutcholoka

 

Quando existia o orkut eu passava algumas tardes garimpando discos e artistas desconhecidos, e fazia parte de uma comunidade chamada “Bandas que ninguém conhece”, onde o pessoal indicava bandas que quase ninguém conhecia MESMO.
E nessas andanças eu descobri Edgar Broughton Band, uma banda que começou como eletric blues formada em 1968 na Inglaterra  que posteriormente misturou elementos de psicodelia e rock progressivo.
Segue uma palhinha do que os caras faziam ao vivo:

 

 

O disco de 1971 foi um disco que não decolou muito porque trouxe um estilo mais suave de rock, coomparado ao estilo de rock pesado da banda que já estava perdendo força devido ao auge do Black Sabbath e Deep Purple. Mas…é o meu disco preferido da banda!  Olhem para esta capa, por favor.

 

Isso é ou não genial?

Tem no spotify, galera, correee!


Esse disco de 2004 vem como bonus track! ^_^

A banda:

  • Edgar Broughton – Vocals, guitar
  • Arthur Grant – Bass guitar, vocals
  • Steve Broughton – Drums, vocals
  • Victor Unitt – Guitar, harmonica, piano, organ, vocals
(1971) Edgar Broughton Band (*) Tracklist: 1. Evening Over Rooftops (E. Broughton, Unitt) 4:57 2. The Birth (E. Broughton) 3:20 3. Piece Of My Own (E. Broughton) 2:49 4. Poppy (E. Broughton)/Don’t Even Know Wich Day It Is (E. Broughton, S. Broughton, Unitt) 6:32 5. House Of Turnabout (Broughton) 3:06 6. Madhatter (E. Broughton, S. Broughton, Unitt) 6:12 7. Gettin Hard Intro (The Edgar Broughton Band)/What Is A Woman For? (Broughton) 7:27 8. Thinking Of You (S. Broughton, Unitt) 2:04 9. For Doctor Spock [Part One] (The Edgar Broughton Band)/For Doctor Spock [Part Two] (E. Broughton) 3:48 10. Out Demons Out [Released As A-side Of “Harvest HAR 5015] (Grant, E. Broughton, S. Broughton) 4:48 11. Apache Drope Out: Apache Intro/Drop Out Boogie [Released As A-side Of “Harvest HAR 5032] (Van Vliet, Lordan) 3:12 12. Freedom [Released As B-side Of “Harvest HAR 5032] (E. Broughton) 13. Up Yours! [Released As A-side Of “Harvest HAR 5021”] (E. Broughton) 3:00 Personnel: Edgar Broughton: Guitar, Vocals Steve Broughton: Drums, Vocals Arthur Grant – Bass, Vocals Victor Unitt: Guitar, Harmonica, Vocals Mike Oldfield: Mandolin (track 8) David Bedford: Piano (track 8) Johnny van Derek: Violin (track 3) The Ladybirds: Vocals (track 1) P. Harold Fatt: Vocals (track 5) (*) CD, com 4 faixas bônus, lançado em 2002 (há outras versões do disco; a aqui postada é a da gravadora Panthom [a gravadora Repertoire, alemã, também lançou uma edição igual])

Copy the BEST Traders and Make Money : http://bit.ly/fxzulu

(1971) Edgar Broughton Band (*) Tracklist: 1. Evening Over Rooftops (E. Broughton, Unitt) 4:57 2. The Birth (E. Broughton) 3:20 3. Piece Of My Own (E. Broughton) 2:49 4. Poppy (E. Broughton)/Don’t Even Know Wich Day It Is (E. Broughton, S. Broughton, Unitt) 6:32 5. House Of Turnabout (Broughton) 3:06 6. Madhatter (E. Broughton, S. Broughton, Unitt) 6:12 7. Gettin Hard Intro (The Edgar Broughton Band)/What Is A Woman For? (Broughton) 7:27 8. Thinking Of You (S. Broughton, Unitt) 2:04 9. For Doctor Spock [Part One] (The Edgar Broughton Band)/For Doctor Spock [Part Two] (E. Broughton) 3:48 10. Out Demons Out [Released As A-side Of “Harvest HAR 5015] (Grant, E. Broughton, S. Broughton) 4:48 11. Apache Drope Out: Apache Intro/Drop Out Boogie [Released As A-side Of “Harvest HAR 5032] (Van Vliet, Lordan) 3:12 12. Freedom [Released As B-side Of “Harvest HAR 5032] (E. Broughton) 13. Up Yours! [Released As A-side Of “Harvest HAR 5021”] (E. Broughton) 3:00 Personnel: Edgar Broughton: Guitar, Vocals Steve Broughton: Drums, Vocals Arthur Grant – Bass, Vocals Victor Unitt: Guitar, Harmonica, Vocals Mike Oldfield: Mandolin (track 8) David Bedford: Piano (track 8) Johnny van Derek: Violin (track 3) The Ladybirds: Vocals (track 1) P. Harold Fatt: Vocals (track 5) (*) CD, com 4 faixas bônus, lançado em 2002 (há outras versões do disco; a aqui postada é a da gravadora Panthom [a gravadora Repertoire, alemã, também lançou uma edição igual])

Copy the BEST Traders and Make Money : http://bit.ly/fxzulu

Quem quiser saber mais e acompanhar o trabalho do Edgard, ele tem um blog ativo! É isso mesmo, o coroa manja dos paranauê das internete! hehehe Vejam aqui: http://thefirstsupper.blogspot.com.br/

Gostou da dica de hoje? Comenta aí embaixo se quiser que eu faça mais posts assim! bjos

Resenha: li As brumas de Avalon – vol. 01

Bom dia, gente!

Terminei o ano passado com uma sensação ruim de ter lido pouco. Pois é, eu amo ler, sou uma devoradora de livros convicta, mas no ano passado li muito pouco e me impus uma meta de leitura bastante simples para esse ano: ler ao menos dois livros por mês, o que soma, ao total 24 livros neste ano.
 Só que eu acho que me empolguei um pouquinho, e de janeiro pra cá já li um total de 10 livros e já estou na metade de dois! Isso mesmo, minha média até agora está em 05 livros por mês.
Então vamos começar as resenhas porque material é o que não falta pra trabalhar. 🙂
As Brumas de Avalon é uma saga de quatro volumes escrita pela  Marion Zimmer Bradley em 1979 que conta a lenda do Rei Arthur pelo ponto de vista das mulheres da época, num período de, aproximadamente, 70 anos. A história é bastante detalhada, onde os personagens são muito bem descritos, tanto em suas características físicas como psicológicas. O legal dessa saga é que você consegue acompanhar a evolução e mudança do passar do tempo, tanto na sociedade da época, com seus costumes, quanto na personalidade dos personagens. Há muito confronto entre o paganismo e o cristianismo, trazendo muitos questionamentos para o leitor, o que me fascinou porque eu tive uma educação cristã muito rígida, e essa leitura me fez ver o outro lado da moeda, me tirou da zona de conforto de uma maneira muito delicada e poética, sem exaltar nenhuma religião, mas trazendo questionamentos profundos e sinceros. Eu adorei!
Os quatro livros são: 
Volume 01 – A senhora da magia
Volume 02 – A grande rainha
Volume 03 – O gamo rei
Volume 04 – o prisioneiro da árvore
Li todos em ebook, então não terei fotos bonitinhas dos livros pra postar, sorry! Mas conheço a edição física da Editora Imago e garanto que é  maravilhosa! Está na minha listinha de aquisições desse ano, hehehe.
Neste post vou me ater ao Livro 1 – A senhora da Magia.
O primeiro volume da saga começa com a história da Igraine, mãe da Morgana e do futuro Rei Arthur.  Ela é uma filha de Avalon, ou seja, uma sacerdotisa com o dom da visão, mas casada com um duque machista e cristão. Ela recebe a profecia de que daria a luz ao Rei que uniria os dois povos: pagãos e cristãos. Só que o grande Rei não seria filho do duque, mas de um filho de Avalon. E aí começa toda a confusão. 
Então, a primeira metade do livro conta toda a história de Igraine, não sua infância e adolescência, mas apenas a vida adulta, desde sua tediosa vida de duquesa até se tornar mãe do grande Rei, e a segunda metade do livro vai contar a história da Morgana, sua infância e adolescência, como ela se tornou a grande sacerdotisa e os fatos que a fizeram abandonar Avalon. A Morgana é a grande personagem do livro, é ela quem narra algumas partes, inclusive, o que torna o livro ainda mais sensacional, pois a narradora abre espaço pra Morgana contar um pouco da sua versão do fatos.
Eu amei esse primeiro volume, é o tipo de leitura que te faz viajar e conviver com os personagens o dia inteiro na tua cabeça. Fiquei com vontade de conhecer Avalon, a descrição é minuciosa,, tanto das características físicas quanto da atmosfera do lugar. Vale a pena a leitura, gente! É uma verdadeira viagem para outro mundo.
São apenas  252 páginas, mas eu levei uma semana pra terminar porque estava de férias, fazendo muitas coisas ao mesmo tempo, dando atenção especial pro marido e pra minha filha canina, e aproveitando para fazer alguns passeios legais, então eu só conseguia “pegar” na leitura na hora de dormir. Mas é um livro que eu leria normalmente em dois ou três dias, Então se você está sem tempo mas tem essa mesma facilidade, se joga que vale a pena! e se você lê mais devagar e tem tempo, aproveite porque é uma leitura para saborear aos poucos, para curtir a paisagem. 
Espero que vocês tenham gostado da resenha, e na semana que vem postarei a resenha do volume 02.
Até lá!

Dica de Filme Inspirador: Sociedade dos Poetas Mortos

Vamos falar de coisa boa, vamos falar da nova toptherm vamos falar de filme velho e cheio de frases, lições e poesia. Sociedade dos poetas mortos é um filme estadunidense de 1989 dirigido  por Peter Weir, com roteiro de Tom Schulman, do gênero drama e que tem Robin Willians no papel principal. Precisa mais de informação nenhuma, não, vai lá ver logo! hahahahah
Mas se essas informações não forem suficientes para te despertar, no mínimo, curiosidade, talvez esse diálogo ajude:
Você pode ir a qualquer lugar, fazer qualquer coisa… Como você continua aqui?
Porque eu amo lecionar. Eu não quero ir a qualquer outro lugar.

 Vou tentar não dar spoiler: é um filme que conta a história de alguns alunos de uma escola tradicional que tem suas vidas completamente tocadas após a chegada do professor Keating, um ex aluno daquele inferno que é completamente apaixonado por poesia e por lecionar, mas que tem uma didática nada ortodoxa, ou seja, é  completamente diferente do estilo de ensino da escola.
Gente, eu to cursando Letras e estou amando, então acho que vou cansar a beleza de muita gente com essa temática, mas tenham paciência comigo! rs

Mas a poesia , beleza , romance , amor ... isso é o que nos mantém vivos.
Esse filme sempre foi um dos meus preferidos e revi no último domingo porque foi indicado numa das disciplinas que estou cursando, mas é impossível lembrar qual delas agora.

Besteira, nada é impossível!
 Sério, gente, corre e assiste porque vale a pena. A fotografia também é maravilhosa, o clima envolvente…é tudo tão lindo e que trata de questões atemporais, pra mim funciona quase como uma sessão de terapia.
Pra terminar vou deixar a cena mais linda do filme pra mim, que arrepia meu corpo todinho só de lembrar, mas para quem ainda não assistiu não vai fazer diferença nenhuma…corre, gente!

%d blogueiros gostam disto: